O Mar de saudade
Tem teus olhos
Que mancha sem maldade
Amores em molhos
Castelos imaginários
Aquarela de desejos
O canto dos Canários
Enquanto, provo teus beijos.
Sob suspeita de alienação
Abaixo de uma certeza lamentável
Facas de fatos, perfuram o coração
Onde o pensamento, não rentável
Fabrica meus versos e leva embora,
Mariposas sobrevoam lamparinas
Enquanto, as mãos, se ocupam agora,
Levando o corpo a sensações de adrenalina.
Ciclos de dúvidas,
Sombras de concretizações,
Um Poeta fazendo da sua poesia, vida.
O Poeta Soli(ó)tário