segunda-feira, 9 de setembro de 2013

E[um]louco

Tenho dividas para pagar,
Tenho versos para cantar.

Tenho o ter longe de mim
O fim é uma porta aberta.

Ricos pensamentos insanos,
Simples, simplesmente decadente...

Sou diferente, quem é igual? Ninguém...
Se π é sua formula exata, somos incompletos...

Sem nexo, sem regras, sem rumos e rumores...
Faço dos dias, minha poesia, e inovo!

E o título confuso, explico-lhes agora,
E[um]Louco = Eu um louco...

Poeta Soli(ó)tario

Uns escrevem, outros lêem...

A madrugada perto, e o silêncio,
Meu velho tormento sem meu sentimento.

A fome segue ardente, mas meu desejo simples,
Se perde em canções ouvidas por mim...

Concaternar sugestões, ilusões,
Em livros para estudar uma determinada existência.

Horas e horas desenhados em saudade,
Quem vem pra forca, desenha sua vida toa...

A minha fome, se esconde e o medo some,
Em versos alucinantes...

Poeta Soli(o)tario