segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Uns escrevem, outros lêem...

A madrugada perto, e o silêncio,
Meu velho tormento sem meu sentimento.

A fome segue ardente, mas meu desejo simples,
Se perde em canções ouvidas por mim...

Concaternar sugestões, ilusões,
Em livros para estudar uma determinada existência.

Horas e horas desenhados em saudade,
Quem vem pra forca, desenha sua vida toa...

A minha fome, se esconde e o medo some,
Em versos alucinantes...

Poeta Soli(o)tario

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