Foi e não foi meu desejo final.
Minha cura crucial, me desejo banal.
Foi e não foi minha loucura,
Fissura, figura, fortuna!
E quem ditaria novas regras?
Ditou meu sacramento em lágrimas.
E quem rimou meus sonho, esqueceu de si!
Risos serão permanentes, sempre, sempre!
Sonetos, lobinhos "sonéticos" de um ser só, eu!
São neologismos escritos e extintos, talvez raros,
Esquecidos, assim como este neologista cálido!
E minhas mãos, calejadas de escrever dor, choram,
Derrama suor salgado e sem sentido algum, de um mundo,
Tácito, repleto de monólogos e solidão...
Jonas Dí Bem
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