terça-feira, 19 de novembro de 2013

Doses de humanidade

Quem é você?
Que lida com a fome do próxima como se fosse piadas?
Quem sou eu para julga-las?
Quem somos, por gerar momentos e desconfortos?

Respostas nunca serão exatas para perguntas criadas.
Dúvidas sempre serão falas de vidas sem sentido!
A dor que assola meus pensamentos,
Falta-me neurônios, falta-me lidocaína, falta-me inspiração.

E o mundo, vulgo mundo, politizado e sujo, se esvai no nada,
Em um lixo criado por cédulas, criadas para desordem e impor ordem!
Foram-se os tempos de liberdade, se é que tenham existido.
Hoje nem LIGO a TV, por nojo de tanto lixo jogado no ventilado visual.

São doses de humanidade que nos falta, falta percepção,
Chega de droguinhas alienáveis, de ritmos sexuais aos tímpanos infantis.
Precisamos repensar o mundo, e viver novos movimentos de punhos cerrados!

O Poeta Soli(ó)tario

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