Frases, olhares, beijos na testa.
Lágrimas que banham indagações.
Sonhos surreais, romântica dor,
De não ser o que sempre almeja.
Curvas frágeis e sensuais, corpos e delitos, incerteza.
Defendo o que não é meu.
Rimo o que não corre, como rios.
Vivo na valsa dos solilóquios.
Fabricante de dúvidas, ou vidas em uma só?
Ricos "porquês", não, singelamente, fome de paz.
O Poeta Soli(ó)tario
Nenhum comentário:
Postar um comentário