quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Cartas de baralho!

Acompanhado de sonhos, solitário por espírito!
Falta-me um segundo pra ser feliz em uma dor!
O que diria meus versos, sem os lábios da caneta?
Caminho sobre castelos de cartas embaralhadas!

Falta-me um momento mais lúcido pra se perceber!
E se posso apostar nos meus sonhos, então seja feito!
E os minutos se tornam horas, e horas se tornam dias!
Segue os velhos desejos de um antes criança, hoje mudança!

Sonetos lhe escrevo, escrevo sonolentos versos de liberdade!
A verdade é a única opção para se acreditar!
E que meu ponto de exclamação não seja de exclusão de uma lista.

Caminho em castelos de sonhos que não fiz planos em efetuar,
E a pressa de respirar ar puro em um verão sem lógica e sem paz,
Tenho a realidade em mãos ofegantes de uma criança que vive em mim!

O Poeta Soli(ó)tario

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