terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Conexionismo, plural...

Não cantei, não rabisquei, meu novo horizonte
Em praias de Tibau, seja Sul ou perto mossoroense.
Aqui estavam alguns versos sem fonte.
Faço meu amanhã mais paraisense.
E quem cantou a canção do Zé?
Talvez uma Elba, andou Ramalhando por Belém do Brejo do Cruz...
Só quero tomar meu café,
Só quero buscar à Luz, que reluz...
nem Wilhelm Wundt e/ou John Broadus podem explicar.
O que Freud escreveu em sua Psicanálise, eu não quero olhar.
Só quero ser um singular e quem sabe um plural, sem conexionismo mental.

O Poeta Soli(ó)tario

Nenhum comentário:

Postar um comentário