Bocas, loucas, bocas...
Zeus soprou seu amor e nasceu Afrodite.
E cá estamos, com botas batidas, conversando sobre sexo.
Às curvas da Estrada de Portalegre, ou até mesmo a silhueta de Adefagia.
Quero saciar meus sonhos em lábios carnudos, e sedentos de paz...
Me perco ou perco-me em imensa vastidão de cabelos?
Talvez os versos que lhe escrevo, não sejam meus, mas sim teus!
escrevo seu nome com um elemento da natureza, uma ação, e uma inicial de nostalgia.
Ainda posso amar meus goles de café e livros envelhecidos, enquanto o tempo passar.
O Poeta Soli(ó)tario
Nenhum comentário:
Postar um comentário